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Sim, crédito interno + piso de recarga é o que segura a margem. Sem isso, cobrando centavos no gateway, a taxa fixa come o lucro. Inclusive, implemento no projeto.

No consumo desses créditos estou com três jeitos de precificar:

  • FLAT — sempre o mesmo (exportar = 2 créditos)
  • TIERED — o mês sobe de faixa; o que já foi cobrado na faixa cara não volta atrás
  • VOLUME — a faixa nova vale neste evento, sem estornar o passado

A promoção que você citou (120 por 100) é interessante rsrs Vou anotar aqui. Recarga automática também. Tenho visto muito a utilização de modelos híbridos tipo o do Cursor (mensalidade com limite de uso + overage), que tem se difundido muito, principalmente entre os agentes de IA, e é realmente um modelo que tem aparecido mais em ferramentas para dev, mas não vejo muito em serviços.

Estou estudando para entender se além desses três, adicionar um novo modelo como o hibrido que citei seria interessante para cobrança no mercado de hoje? Também estou dando uma estudada em pacotes de créditos, assinatura com limite(tipo Cursor, Kiro), recarga automática, preço por assento

A pergunta central é:

O que seria realmente interessante para quem cobra em SaaS, micro-saas, APIs e até os próprios agentes de IA mais nichados?

Dá pra inventar dez modelos se quiser. A minha ideia é basicamente que o meu cliente consiga personalizar a cobrança dele para o que mais se encaixa no mercado do que ele vende!

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O banco Inter permitia (ou permite) o uso de 100 cobranças grátis por mês e você poderia comprar créditos de uso. Se você comprasse um pacote de mil cobranças, cada uma saía por 45 centavos. Aí tinha pacotes menores onde os valores individuais aumentavam.
Eu gostava desse modelo e implementei em um cliente por quase 5 anos. Mas ele optou pelo Banco do Brasil recentemente por questões de facilidade de empréstimo.
Então não sei dizer se ainda funciona assim.