Sim, crédito interno + piso de recarga é o que segura a margem. Sem isso, cobrando centavos no gateway, a taxa fixa come o lucro. Inclusive, implemento no projeto.
No consumo desses créditos estou com três jeitos de precificar:
- FLAT — sempre o mesmo (exportar = 2 créditos)
- TIERED — o mês sobe de faixa; o que já foi cobrado na faixa cara não volta atrás
- VOLUME — a faixa nova vale neste evento, sem estornar o passado
A promoção que você citou (120 por 100) é interessante rsrs Vou anotar aqui. Recarga automática também. Tenho visto muito a utilização de modelos híbridos tipo o do Cursor (mensalidade com limite de uso + overage), que tem se difundido muito, principalmente entre os agentes de IA, e é realmente um modelo que tem aparecido mais em ferramentas para dev, mas não vejo muito em serviços.
Estou estudando para entender se além desses três, adicionar um novo modelo como o hibrido que citei seria interessante para cobrança no mercado de hoje? Também estou dando uma estudada em pacotes de créditos, assinatura com limite(tipo Cursor, Kiro), recarga automática, preço por assento…
A pergunta central é:
O que seria realmente interessante para quem cobra em SaaS, micro-saas, APIs e até os próprios agentes de IA mais nichados?
Dá pra inventar dez modelos se quiser. A minha ideia é basicamente que o meu cliente consiga personalizar a cobrança dele para o que mais se encaixa no mercado do que ele vende!