Por mais que eu já soubesse que existem outras pessoas com a mesma linha de pensamento que tenho agora, de certa forma, ler um relato como o seu me traz um alívio por saber que parte da minha frustração e negação não é algo anormal ou apenas uma desculpa para não usar i.a nos estudos e projetos.
Só resta aceitar que o amor pelo código vai sumir e que a nossa profissão também mudou.
Fico me perguntando se artistas como Van Gogh e Da Vinci sentiriam algo parecido ao ver alguém escrever algo e, em poucos segundos, surgir uma arte que antes levaria dias para ser concluída.