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Pensei a mesma coisa. Parece que bastante coisa já foi feita no Glide, entao eventualmente será diferente aqui e ali, mas a ideia é essencialmente a mesma. De qualquer forma, gosto do V, então provavelmente vou gostar do Glide também.

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Faz sentido a associação. V é uma referência natural quando alguém vê uma linguagem compilada, simples, com foco em
produtividade e binário nativo.

Eu diria que existe uma interseção de objetivos, mas não que a ideia seja essencialmente a mesma. O Glide quer ser uma
linguagem generalista e grande, com ecossistema próprio, mas algumas escolhas de base seguem outro caminho: erros como
valores (!T), arena allocation por padrão, corrotinas M:N, canais, traits/dyn dispatch e uma stdlib desenhada com essas
decisões desde o começo.

Então talvez de fora pareça a mesma categoria, e tudo bem. A diferença real vai aparecer mais nas decisões de semântica,
runtime, memória, concorrência e ergonomia conforme a linguagem amadurecer.

E se você gosta do V, provavelmente algumas coisas do Glide vão parecer familiares mesmo. Só não quero vender como “V com
outro nome”, porque a direção técnica não é essa.

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Não é a mesma ideia do V, embora existam semelhanças superficiais: sintaxe simples, compilação nativa e foco em
produtividade.

A proposta do Glide é ser uma linguagem grande, prática e completa, não só um experimento pequeno. A ideia é ter uma
linguagem capaz de cobrir backend, ferramentas de sistema, CLIs, aplicações concorrentes e projetos maiores, mas com
alguns diferenciais fortes desde a base: erros como valores, arena allocation por padrão, concorrência com corrotinas M:N
e canais, traits/dyn dispatch e uma stdlib pensada para ser coerente.

Então a comparação com V faz sentido como referência inicial, mas o Glide não quer ser “um V alternativo”. A ambição é
construir uma linguagem generalista, com ecossistema próprio, usando algumas escolhas de design diferentes para tentar
entregar uma experiência mais previsível e produtiva.