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Estratégia de Source Code Management

Acabei de publicar uma newsletter sobre estratégias de Source Code Management (SCM) — como organizar branch/PR/release de um jeito que ajude o time a entregar mais rápido, com menos risco e menos dor.

Acho importante começar pelo básico: não existe bala de prata.
Não dá pra pegar “o flow da moda” e aplicar igual em qualquer contexto. O que funciona bem pra um time pequeno, com deploy contínuo e produto maduro, pode virar caos em um time grande, com múltiplos sistemas, dependências e janelas de release.

Dito isso… tem um ponto bem útil pra guiar a conversa: o DORA (e as métricas de performance que ele popularizou).
Quando você pensa em SCM, o objetivo final não é “ter o flow mais bonito”, e sim melhorar fluxo e confiabilidade, algo que aparece direto nas métricas:

  • Lead Time for Changes (tempo do commit até produção)
  • Deployment Frequency (frequência de deploy)
  • Change Failure Rate (taxa de falha em mudança)
  • MTTR (tempo pra recuperar)

Estratégia de SCM é alavanca pra isso: menos branch longa, PR menor, melhor automação, menos retrabalho, rollback mais simples, release com mais previsibilidade — cada escolha mexe nessas variáveis.

Se você curte esse tipo de assunto (com prós/contras e critérios de decisão), deixei a newsletter completa aqui:
https://luisfaconi.substack.com/p/estrategias-de-source-code-management

Curiosidade: qual dor mais pega no seu time hoje?
PR gigante, branch eterna, conflito de merge, release tenso, hotfix “na unha”…?

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