Acredito que, em qualquer cenário, se a ferramenta que está sendo utilizada, seja Claude, Antigravity, Opencode, Jcode, whatever, não estiver no DNA todos os anos de conceitos e práticas de engenharia de software, vão produzir lixo. E a culpa é sua, pois sua solicitação sem contexto, padrão ou prática, a ferramenta te entrega com o menor custo possível. Para quê ela vai estruturar ou usar um padrão de design de software se você não pediu? "Ah, mas como eu vou saber quais são os padrões de design de software?". Ué, aí que mora a expectativa, os profissionais estudam para isso, pois ainda os conceitos e boas práticas existem. Mas mesmo assim, devemos considerar que a criação de estruturas de Gates de Qualidade (testes unitários, BDD, etc ...) deverão sempre ser supervisionadas por nós no contexto que está alinhado com o negócio. Há cenários em que realmente o código está tão lixo que uma engenharia reversa deixa os modelos quase loucos. Que são os casos onde vc consegue pelo menos extrair as regras de negócio e reescrever ele inteiramente. Então, minha dica é, tenha sempre esses quality gates definidos, usando ferramentas como Sonarqube para avaliar a qualidade de código e principalmente uma estrutura para validar o que está entregando de negócio.
Respondendo a "Meus 2 cents, Estes dias um cliente teve proble..." dentro da publicação [DESABAFO] - Me Recuso a virar um apertador de botão.
1