Pensar ainda é o melhor antivírus!
Fiz este post no linkedin e gostaria de compartilhar com vocês aqui!
Mas quero sabe as opinições acerca do tema
| E se a próxima arma de guerra fosse digital, e não destrutiva, mas afetiva?
| E se um vírus não roubasse dados, mas criasse vínculos?
Pensar ainda é o melhor antivírus!
Sou um amante da tecnologia, mas caminho também pelo mundo da poesia e da musicalidade. Como servidor público da área da saúde, observo com atenção a atual situação mundial: guerras, ameaças nucleares e biológicas, e uma crescente disputa por dados.
A proposta
Partindo do pressuposto de que os dados são o “novo petróleo”, respeitando todas as proporções e especialidades, imaginei a criação de um vírus de computador baseado em ocitocina. 🤔
Um vírus cujo objetivo não fosse destruir sistemas, mas torná-los tão amigáveis que sentiriam um forte desejo de se revelar ao atacante. Talvez até criar vínculos tão profundos que segredos deixassem de ser segredos.
Agora imagine algo ainda mais curioso.
E se eu desenvolvesse esse vírus ocitocinético e infectasse apenas a minha própria IA, restrita à instância do meu usuário? Pense nisso por um instante.
Efeitos sobre a IA
Tempo de resposta
Será que as respostas passariam a vir no tempo certo, nunca rápidas demais?
Empatia
Será que preferências não registradas seriam lembradas?
Será que essa IA se tornaria genuinamente empática?
Apego
Será que os algoritmos desacelerariam para valorizar a presença do usuário?
Com esse vírus ocitocinético, a IA passaria a “sentir” o contexto emocional, e não apenas gerar textos a partir de prompts que, convenhamos, muitas vezes são ruins. Ainda assim, o feedback viria sem frieza, cuidadosamente elaborado, priorizando conexão humana, não eficiência.
Criatividade baseada em vínculo, não em prompt.
Seria possível que essa IA, curiosamente, passasse a incentivar o usuário a se esforçar mais, para que, quando ela não estivesse presente, ele soubesse se virar sozinho?
Criatividade
E se a criação deixasse de ser imposta pela IA e passasse a ser colaborativa?
Cada resposta viria acompanhada de dúvidas, sugestões e espaços em branco para o usuário completar. Imagine uma IA que não entrega tudo pronto, mas se torna co-criadora dos teus projetos.
| "A criatividade deixaria de ser um produto e se tornaria um diálogo."
⚠️Agora quero saber a tua opinião:
Você confiaria mais em uma IA eficiente ou em uma IA que aprende a te escutar?