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Muito massa o post, mamedes! Essa stack de Cloudflare Workers + Hono é imbatível para latência e custo, especialmente para aplicações globais.

No entanto, tenho rodado alguns projetos SaaS recentemente (um PDV e um portal de gestão de arquivos B2B) e acabei seguindo um caminho levemente diferente, priorizando robustez de dados e portabilidade:

Supabase (PostgreSQL) em vez de D1: Para sistemas que exigem relacionamentos complexos e muitas regras de negócio no banco (RLS), o Postgres ainda me entrega uma maturidade que o SQLite no edge às vezes limita. Fora o Realtime "out-of-the-box", que para um PDV é vida.

Docker + Nginx no Backend: Embora o serverless seja incrível, manter a stack conteinerizada me dá uma liberdade de deploy absurda. Consigo homologar tudo idêntico ao prod localmente e, se precisar sair de um provedor por custo, o esforço é quase zero.

React + Vite + Shadcn/UI: Aqui concordamos 100%. A velocidade de prototipação com Shadcn é covardia.

Acho que o segredo é exatamente esse: o Cloudflare D1/Workers é perfeito para 'scale-to-zero' e apps de massa, enquanto o ecossistema Postgres/Docker brilha quando a complexidade de dados do B2B começa a apertar

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Boa! Curti demais teu ponto — principalmente a distinção entre tipo de aplicação e tipo de stack. Muita gente tenta transformar escolha de infraestrutura em “religião”, quando na real é muito mais sobre trade-offs do contexto.

Faz total sentido o caminho que você seguiu.

Postgres / Supabase realmente brilha quando o domínio de dados começa a ficar mais denso. RLS, constraints mais ricas, transações mais robustas, extensões… tudo isso vira uma baita vantagem em sistemas tipo PDV, ERP ou portais B2B, onde o banco acaba carregando boa parte da lógica de negócio.

O ponto do Realtime também é gigante. Em cenários como PDV, estoque ou dashboards operacionais, receber atualização instantânea sem ter que montar toda a infra de websocket/eventos já resolve metade do problema.

Sobre Docker, concordo 100%.
A portabilidade que você ganha é absurda. Quando o projeto começa a crescer, ter a opção de mover entre cloud providers ou rodar em qualquer VPS sem fricção vira uma segurança enorme. E reproduzir prod localmente igualzinho é algo que serverless às vezes complica.

A forma como eu enxergo hoje é mais ou menos assim:

  • Workers + D1 / Edge stack → perfeito para produtos globais, APIs leves, SaaS com tráfego distribuído e custo ultra baixo.
  • Postgres + containers → ideal para domínios com dados complexos, muitas regras e integrações.

No fundo não é uma disputa de stacks — são ferramentas diferentes para problemas diferentes.

E concordamos totalmente em uma coisa:
React + Vite + shadcn/ui virou praticamente cheat code pra prototipação hoje. 😅

Valeu demais por compartilhar tua experiência — é exatamente esse tipo de visão prática que enriquece a discussão.

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Stack bem parecida com a minha, embora eu utilize VueJS/Nuxt no front, hospedando na Cloudflare. Penso em utilizar NextJs num próximo projeto.

Onde hospeda teu backend? Atualmente também uso Cloudflare Workers, assim como o Mamedes.
Criei um novo projeto (https://gerarcv.com.br) utilizando Railway, até que gostei da estrutura.