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Acho que o grande problema é o lockin do nextjs para uma escalabilidade de acessos.

Depois da versão 12, ficou praticamente impossível escalar fora da vercel por inviabilidade.

Em todos os casos que atuei, compensou refatorar pra reactjs puro + nestjs e colocar o céu como limite em qualquer plataforma.

Escalar uma aplicação nextjs 13+ numa dev azure, gcp ou aws é um caos. De 1 a 1M de acessos simultâneos é algo que te deixa em parafuso fora da vercel.

Aaagora se isso foi de caso pensado, servercomponentes, já não sei. Mas que fez eu sempre sugerir outras stacks nos projetos, siiiim!!!

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O lock-in é real, e acho que o ponto central é que o Next.js misturou roteamento com infraestrutura de servidor de uma forma que depende muito do ambiente da Vercel pra funcionar bem. Fora dela, você precisa de um Node rodando a aplicação inteira, e qualquer escala horizontal vira trabalho manual que o framework não foi desenhado pra facilitar.

No BloodLink uso Vercel ainda sem sentir o peso disso, mas sei que é um teto estrutural. A escolha de React puro + NestJS que você descreve faz sentido quando o time já tem maturidade pra gerenciar as duas camadas separadas sem a abstração em cima.

A velocidade inicial do Next compensa até um certo ponto de escala. Quando esse ponto chega, o custo de sair do happy path da Vercel pode ser maior do que teria sido começar separado.