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Concordo com a direção: tool calling é pra onde isso vai, e a sua "camada consultável e verificável" descreve bem o alvo.

No meu fluxo atual a montagem ainda é um script (BFS no grafo, saída vira contexto), mas não é um humano separando lixo na mão: o critério é determinístico, só o transporte que é primitivo.

E é por isso que o argumento do post sobrevive à mudança de arquitetura: seja o modelo perguntando via tool, seja recebendo o pacote pronto, quem responde continua sendo o grafo local, de graça.

Meu próximo passo é esse, expor o blast radius como tool e deixar o modelo iterar nas perguntas que você listou. Valeu pelo recorte, esse comentário praticamente desenhou a v2.

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