Isso bate com o que eu vi na prática: a única tarefa em que o Qwen perdeu foi justamente a que exige generalizar além do input, os edge cases de teste unitário.
Só mudaria um pouco o eixo. No meu teste cego o que separou os dois não foi o tamanho do modelo, e sim se a resposta certa já estava no input e nos few-shots. Quando estava, o 7B só copiava o formato dos exemplos, enquanto o Sonnet melhorava o que eu não tinha pedido para melhorar. Generalizar bem e obedecer bem puxam para lados opostos.
Sobre uso agêntico eu concordo contigo: nem cheguei a tentar, e meu fallback pro Sonnet já dispara quando o diff passa de 200 linhas, que é mais ou menos onde o 7B começa a inventar.
Esse "em teoria" do Mac Studio é o que mais me interessa. É exatamente onde o meu teste apanhou: a distância entre rodar e rodar rápido o suficiente para compensar o setup. Com os meus 8 GB de VRAM eu nem sonho com 300B. Se você já viu alguém medir tokens/s do GLM 5.3 Flash nessa máquina, manda aí. Valeu pelo