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Faz sentido.

Em código de aplicação eu faço parecido, sai mais barato deixar errar e corrigir depois do que revisar linha por linha. O que me quebrou foi o caso em que o erro não aparece: o script sumiu com o set -e na reescrita e ficou três dias saindo com exit 0 antes de eu notar. Erro silencioso não me dá essa chance.

Hoje eu separo por aí, não pela qualidade da sugestão: se a falha grita, deixo errar; se a falha é silenciosa, leio o diff antes.

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