Verdade, essa parte ficou implícita no post mesmo. No meu setup é um script Python com py-tree-sitter: ele percorre a AST de cada arquivo, monta dois dicionários (quem chama / quem é chamado) e roda um BFS a partir do arquivo do diff. A saída é a lista de arquivos afetados, e é o conteúdo desses arquivos que entra no prompt de revisão, concatenado. O modelo nunca vê AST nenhuma.
Sobre a skill: é o próximo passo que eu quero dar, expor o blast radius como tool em vez de montar o contexto na mão. Valeu pela troca!