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O ponto 1 é onde eu bati de frente. Pedir resumo pra um contexto saturado é o problema em si, então acabei atacando pelo outro lado: avisar antes da saturação.

Aqui um hook roda a cada prompt e calcula a porcentagem de contexto usada direto do transcript. Passando de 60%, avisa. Uma vez só, com três linhas junto: plano ativo, fase atual, última decisão. E quando a compactação acontece de fato, quem escreve o state não é o contexto saturado, é uma chamada separada que lê o transcript inteiro e preenche dez seções fixas.

Tá aqui, MIT, derivado do compact-plus do u-ichi: github.com/kenimo49/compact-ops (preso ao Claude Code, então numa camada bem diferente do pactx).

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Sensacional essa sacada do compact-ops! O ponto de delegar a escrita do state para uma chamada separada e limpa (fora do contexto saturado) é o desenho perfeito para resolver o paradoxo.
Pedir pro modelo cansado resumir o próprio histórico é o erro comum; fazer um processo limpo ler o transcript bruto e extrair o estado canônico elimina as alucinações de auto-resumo.
Achei muito elegante essa separação de camadas:
-O compact-ops atua como o 'gerenciador de memória de curto prazo / prompt hook' dentro do runtime do Claude Code, monitorando o threshold de 60% em tempo real.
-O pactx atua na camada de 'persistência canônica de longo prazo', garantindo que essas decisões, requisitos e hipóteses descartadas virem commits com garantias transacionais (WAL, ADRs, patch semantics) independentemente da IA ou interface que você usar.

A ideia de disparar o alerta aos 60% com a micro-âncora de 3 linhas (plano, fase, última decisão) é cirúrgica pra evitar degradação de atenção. Dei uma olhada no repo e deixei a estrela lá no GitHub, parabéns pela engenharia do projeto!

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