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Primeiro:

O ponto não é que Tailwind seja inerentemente mais fácil de dar manutenção, mas que ele resolve dois problemas recorrentes em times grandes:

  1. CSS morto — com purge, o que não é usado simplesmente não vai parar na build. No CSS tradicional, ninguém tem coragem de deletar classes por medo de quebrar páginas que você não sabe que existem.

  2. Consistência — times grandes tendem a criar variações ad-hoc ("preciso de um padding de 13px aqui"). Tailwind força o uso de um sistema de design predefinido, reduzindo a entropia visual.

Segundo:

Nos projetos que uso, a regra é simples — componentes de UI (botões, inputs, cards) usam Tailwind diretamente. Páginas e seções compostas usam esses componentes. Nunca abstraio utilitários com @apply porque isso recria o problema do CSS tradicional só que com sintaxe pior. O "poluição" fica contida dentro do arquivo do componente, que é o único lugar onde aquele estilo importa.

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No CSS tradicional, ninguém tem coragem de deletar classes por medo de quebrar páginas que você não sabe que existem.

Isso facilmente se resolve com Css Modules ou Scoped Style

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Sim, CSS Modules e scoped style resolvem o problema de CSS morto e vazamento de escopo. Mas, não foi isso que eu quis dizer.

O ponto do "medo de deletar" não é sobre escopo, é sobre acoplamento implícito. Mesmo com scoped, quando você precisa alterar o padding do .input, vai lá no <style>, mexe, volta. Se esqueceu como o hover do botão se comporta, volta no <style>. Tailwind elimina esse vai-e-volta.

No fim, como disse CSS otimiza a leitura semântica. Tailwind otimiza a edição local.