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Obrigado pelo comentário, trsthales! Fico muito contente que o artigo tenha te agregado.

Você resumiu muito bem um ponto que eu deveria ter dado mais peso: Native AOT não é só sobre ganhar milissegundos no startup. A previsibilidade de memória e de latência, a eliminação do trabalho de JIT em runtime e a distribuição de um binário autocontido também entram forte nessa conta, principalmente quando há muitas instâncias ou processos curtos.

E concordo bastante com a leitura sobre source generators. Eles não substituem toda reflexão, mas ajudam a deslocar uma parte importante dos problemas para o build, onde fica mais fácil detectar e corrigir. Para serialização e cenários conhecidos de DI, esse determinismo é uma vantagem arquitetural bem concreta.

O comentário do maniero também me fez perceber que deixei a conclusão rígida demais. A escolha precisa considerar o objetivo e as métricas da aplicação, não apenas o rótulo dela. Vou revisar essa parte para deixar isso mais claro e incluir memória, previsibilidade e operação ao lado de startup e throughput.

Valeu por complementar a discussão de um jeito tão certeiro!

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