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PITCH: Cada reset do ESP32 apaga a única evidência que o governo exige para te financiar na IoT — esse foi um dos motivos que nos fez lançar a DadosCorp agora!

Você reinicia o microcontrolador. O log some. O histórico de 3 semanas de leitura de sensor vai junto.
Para você, é só um reset. Para um avaliador da FINEP, é a diferença entre um protótipo comprovado e um hobby sem evidência.

Tem 3,3 bilhões em subvenção econômica sendo distribuídos pelo MCTI e pela FINEP em 2026. Não reembolsável. Dinheiro que você não precisa devolver. E a maioria dos prototipadores brasileiros não vai ver nem a cor disso — não por falta de talento, mas porque perderam a evidência no próximo ESP.restart().

O problema real de quem prototipa IoT no Brasil

Você tem a ideia. Tem o ESP32 na mão, o sensor ligado, o código funcionando. Coleta temperatura, umidade, tensão, o que for.
Mas quando você abre um edital da FINEP e lê os critérios de avaliação, você esbarra em algo que ninguém te ensinou na faculdade:

"O projeto deve demonstrar maturidade tecnológica (TRL) entre 3 e 8, com evidências técnicas de validação em ambiente real."

TRL 3 é "prova de conceito analítica". TRL 7 é "demonstração em ambiente operacional real".
O avaliador da FINEP não aceita vídeo do Arduino piscando um LED. Ele quer dados históricos, registros de telemetria, evidência de que o sistema rodou de forma contínua. Quer, em resumo, o que a maioria dos protótipos artesanais não tem: infraestrutura documentada.

O que está em jogo agora em 2026

Em fevereiro de 2026, o MCTI e a FINEP lançaram 13 editais do programa Mais Inovação Brasil com Três bilhões em recursos não reembolsáveis. O edital de Tecnologias Digitais tem R$ 300 milhões disponíveis, com prazo até 30 de setembro de 2026, e abrange explicitamente projetos com risco tecnológico em comunicações avançadas, robótica e plataformas digitais.

Antes disso, a linha histórica FINEP IoT já declarava seu objetivo:

"Desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços baseados em tecnologias digitais — tendo como referencial o conceito de Internet das Coisas — com aplicações na saúde, indústria, agronegócio e cidades."

Não é especulação. IoT está dentro do escopo de forma explicita.
O problema é que esses editais exigem de 5 milhões a 25 milhões por projeto (arranjo simples). Isso não é para o maker solo. É para empresas — pequenas, médias ou grandes — que conseguem comprovar que o que estão fazendo já foi validado em campo.

E é aí que a infraestrutura que você usa enquanto prototipa vira um ativo estratégico.

Por que criamos a DadosCorp

A DadosCorp foi lançada há dois dias. Ainda está em Beta 1.0, então o feedback de quem está construindo coisas reais é o que vai moldar o que vem pela frente.
A proposta é direta: conectar seu dispositivo físico à internet em menos de 5 minutos, com:

Telemetria em tempo real — gráficos e histórico de qualquer sensor que você enviar via JSON

Comandos remotos — você envia uma instrução do painel, o dispositivo executa e confirma via ACK

Metadados adaptativos — o próprio device informa ao servidor o que ele faz; o painel se adapta sozinho

Autenticação HMAC-SHA256 — toda requisição é assinada, sem gambiarras de segurança

Suporte nativo a ESP32, Arduino e MicroPython — com exemplos prontos na documentação

PWA por dispositivo — você instala o painel do seu sensor como app no celular, com botões customizados

O código de exemplo pra você começar:

// Telemetria em JSON, autenticada com HMAC-SHA256
{"temperature": 27.50, "humidity": 65.3, "voltage": 3.28}

Isso chega no painel, entra no histórico, aparece no gráfico. Sem configuração adicional.

Como a DadosCorp vira atalho para financiamento

Quando você usa a DadosCorp como infraestrutura do seu projeto, você começa a gerar evidência técnica estruturada automaticamente:

O que você faz -> O que isso representa para um edital

Envia telemetria por 30 dias -> Histórico contínuo de operação em campo (TRL 6-7)

Usa comandos remotos com ACK -> Prova de sistema bidirecional funcional

Integra ESP32 via HTTPS + HMAC -> Segurança comprovável na comunicação

Exporta dados históricos -> Evidência quantitativa para relatório técnico

Publica dashboard público -> Demonstração acessível para avaliadores

Quando um pesquisador, uma empresa ou uma ICT parceira precisar formalizar um projeto para submissão, eles não partem do zero. O histórico já existe. A infraestrutura já está operando. O TRL já está documentado.

Isso não substitui o projeto completo que a FINEP exige. Mas resolve o problema mais comum: "como eu comprovo que isso não é só um protótipo de bancada?"

Quem pode usar isso agora

Prototipadores individuais que querem parar de perder dados em logs locais

Pesquisadores que precisam coletar dados de campo para publicação ou para um projeto de ICT

Pequenas empresas de tecnologia que estão validando um produto IoT antes de buscar investimento

Equipes de startups que precisam de rastreabilidade de sensores sem montar a própria infraestrutura

O cadastro é gratuito. A documentação está em dadoscorp.com.br/documentacao.

O convite real

Estamos há dois dias no ar. A plataforma é funcional, mas está longe de ser completa — e é isso que torna esse momento interessante.
Algumas coisas que estamos pensando e que quero ouvir de vocês:

Faz sentido gerar relatórios de TRL automáticos a partir do histórico de telemetria?

Seria útil ter uma camada de exportação compatível com o padrão de documentação da FINEP?

O que está faltando na plataforma que te impede de usar como infraestrutura do seu projeto?

Quais integrações fariam diferença? (MQTT nativo, webhooks, alertas por Telegram?)

Se você já conectou algum sensor ao ar e quer ter um lugar melhor pra visualizar e guardar esses dados — vem testar. E se você tem uma crítica técnica, um caso de uso que não funciona, ou uma funcionalidade que tornaria isso realmente útil para o seu trabalho, deixa aqui nos comentários.

A DadosCorp foi construída no Brasil, para projetos brasileiros. E o dinheiro federal pra IoT existe — só precisa de projetos que saibam como pegá-lo.

Edilson Maia (Macnator) — fundador da DadosCorp / COSTAFAVERO TECNOLOGIA
dadoscorp.com.br

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Não é opensource, mas permite uso gratuito sem necessidade de contratar, de uma olhada no post de lançamento que vai entender bem o modelo:

https://www.tabnews.com.br/macnator/iot-e-com-voce-entao-vem-plataforma-iot-gratuita-que-estamos-construindo-para-makers-e-estudantes-brasileiros-sim-de-graca

Um detalhe importante nossos termos de uso garantem judicialmente proteção para usuarios destacando que o código e dados na plataforma são "propriedade" do usuario, achei importante destacar isso, e também avisamos e punimos roubo de propriedade lá, então do ponto de vista jurídico pode ficar tranquilo sobre propriedades. Sobre ser opensource, não é um modelo aplicável, porque usa muita tecnologia proprietaria da mantenedora, então estamos equilibrando acessibilidade gratuita vs cobrança corporativa para projetos maiores no futuro, mas mesmo nesses projetos maiores vamos manter o preço acessível de propósito, como um subsídio para ajudar projetos a decolar.