Resumindo, porque muito já foi dito: uso IA onde não me importo com qualidade ou perpetuidade.
O core do produto, geralmente em torno de algum CMS (PayloadCMS, por exemplo) ou framework, é meu. A IA ajuda com autocomplete, documentação e tarefas repetitivas, mas funcionalidade, arquitetura e tudo que precisa ser mantido fica comigo.
Já para aplicações que só consultam dados sem regra de negócio, sites institucionais estáticos, scripts descartáveis ou código muito pontual (criei um plugin pro Cronicle que faz uma única coisa, nunca vai mudar, é fácil de auditar e nunca mais vou tocar), a IA opera quase de forma autônoma.
E fora do código também. Como revisar este comentário, por exemplo.
LLM é probabilidade. Basta tratar como tal.