Ótimo experimento. Uma nuance importante: esse “imposto” não é inevitável do protocolo MCP; ele depende de como cada cliente materializa os schemas no contexto. Para quem implementa um servidor, porém, o efeito prático é real.
Ao trabalhar numa ponte MCP para operações SSH, três decisões ajudaram bastante:
- expor poucas tools de alto nível, em vez de uma tool para cada variação;
- separar leitura e mutação, ativando operações perigosas apenas quando necessárias;
- manter descrições curtas e colocar exemplos extensos fora do schema.
Também vale medir tokens por tool, não só por servidor. Às vezes uma única definição com muitos enums, exemplos e objetos aninhados custa mais do que várias tools pequenas.
Só faria uma ressalva: reduzir schema não deve reduzir as confirmações de segurança. Em SSH, o ideal é economizar contexto sem esconder destino, comando, efeito e possibilidade de revogação antes da execução.