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kkkkkkk, cara, passei pela mesma situação no começo! Depois você se acostuma e, ao meu ver, foi uma curva de aprendizado bem interessante. Inclusive, estou querendo pegar em breve a parte de transporte: CT-e, CT-e OS e MDF-e.

Concordo 100% com você que os Manuais da NF-e são complexos. No meu caso, quando comecei a fazer o sistema, eu trabalhava na área administrativa de uma empresa do Simples Nacional que usava Série D. Quando precisava de nota fiscal, usava o finado emissor do Sebrae, onde tinha que preencher todos os campos manualmente. Foi nesse processo que peguei uma noção básica da nota fiscal.

Em relação ao Manual, o que acho que mais complica — pelo menos foi o que me fez perder várias semanas — é que você baixa o Anexo I do MOC (Manual de Orientação do Contribuinte) pensando que ele está atualizado. Porém, semanas depois, comecei a perceber que tinha algo errado e descobri que o Manual estava (e está) desatualizado! Você tem que ler o Anexo I e dezenas de NTs (Notas Técnicas) para conseguir acertar os campos. Felizmente, depois achei na internet um MOC atualizado com todas as NTs.

Sobre a NFC-e e NF-e: basicamente, com os campos que você emite a NFC-e, você consegue emitir a NF-e. Mas aconselho incluir os demais campos para a NF-e, como referenciar nota fiscal, nota de devolução, data de entrega, entre outros que provavelmente você vai precisar.

Já em relação à nota de serviço (NFS-e), desisti no início. Optei por contratar um gateway para fazer o processo de emissão; eles mesmos entram em contato com a prefeitura e fazem todo o trâmite. Agora que a NFS-e Nacional começou a se tornar obrigatória, acho que as coisas vão melhorar, e mais no futuro vou voltar a ver para implementar. No momento, minha preocupação é com a Reforma Tributária.

Não sei exatamente o que você está fazendo, mas atenção aos cálculos: se seu sistema não calcular, deixe eles editáveis para a pessoa preencher. Inclusive, a nota fiscal de serviço passou a pedir a alíquota efetiva, que basicamente muda todo mês. Seu sistema tem que calcular ou permitir que o usuário altere mensalmente.

Outro detalhe importante são as obrigações acessórias. Alguns contadores fazem na própria contabilidade, mas outros exigem do sistema: Sintegra (dependendo do estado - Simples Nacional), Sped (Regime Normal) e alguns estados têm solicitações próprias.

Minha sugestão: comece com o seu estado, depois você vai abrindo para outros. E não se esqueça de ver a parte de homologação estando offline, contingência, homologação por timeout, carta de correção, eventos, Manifesto... mas vai vendo com calma.

E só para fechar, tem outros tipos de notas e a cada dia surge mais uma: BP-e, DC-e, CT-e, CT-e OS, GTV-e, NFAg, MDF-e, NFeABI, NF-e, NFC-e, NFF, NFGás, NF3-e, NFCom.

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Meu estado sc por azar é um dos mais complicados kkk. Mas sim, meu sistema não é desktop, e tem edição manual de cálculos, juntamente com o automatizado. PEguei um desafio enorme e já fiz logo pro país todo. EU li e testei muita coisa, mas descobri que tem um fim, não é infinito e nem deve ser.

Se quiser pode fazer parte da comunidade pra acompanahr o crescimento do projeto https://bunto.com.br/comunidade. Agora estou implementando o módulo de indústria fazendo ligação obvio com nota fiscal. Pode conhecer o sistema também pois é aberto a teste gratuíto, ai vai ver o tamanho da "brincadeira" que ja'tem a soma de +- 40 módulos.