O argumento de custo é válido, mas depende muito do contexto. Para serviços de infraestrutura, workers, CLIs, Go é imbatível: binário único, sem runtime, memória baixa. Mas para produto, onde o time é pequeno e a velocidade de iteração importa mais que ciclo de CPU, Node ainda ganha em produtividade bruta, principalmente se o time já vem do frontend.
Estou construindo o BloodLink com Next.js e TypeScript porque o time (basicamente eu) já vive nesse ecossistema. Se tivesse um backend dedicado com mais escala, Go seria minha primeira escolha.
A questão não é mais performance versus produtividade, é qual a composição do time e onde está o gargalo real. No seu dia a dia, você encontra resistência de outros devs ao adotar Go, ou normalmente trabalha em times que já têm familiaridade com ele?