A Lei de Conway é descritiva, não prescritiva. O ponto não é que gestão ruim justifica microserviços, mas que em times muito grandes, com contextos de negócio genuinamente separados, a arquitetura distribuída reflete uma realidade organizacional que já existe. Concordo que adotar microserviços para consertar comunicação disfuncional é gastar dinheiro no lugar errado. O argumento do post é sobre o hype de que monolito era sinal de amadorismo, que existia e prejudicou muita decisão técnica. Sobre o Akita e outros: você está certo que quem acompanhava a discussão séria já sabia disso. O problema é que decisão de arquitetura raramente fica com quem acompanha a discussão séria. Você trabalha com modular monolith hoje ou foi direto para algo distribuído quando o contexto pediu?
Respondendo a "Microserviços resolvem problemas de escala orga..." dentro da publicação Monolito vs microserviços em 2026: a narrativa finalmente mudou
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