Faz sentido a desconfiança. A maioria das implementações que vi virou uma bagunça de interfaces inúteis e abstrações que ninguém sabe para que servem. O argumento de separar regra de negócio de UI é válido em teoria, mas na prática o custo de manutenção costuma superar o benefício, especialmente em times menores. No frontend, fica ainda mais estranho: a UI é parte central da lógica do negócio, não um detalhe de infraestrutura. O que você costuma adotar no lugar?
Respondendo a "Clean Architecture foi definida para backends e..." dentro da publicação Clean Architecture no frontend: vale a pena ou é over-engineering?
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