valeu por abrir a issue. no Linux tem um meio-termo antes do eBPF que talvez ajude: subir cada servidor MCP no próprio scope com systemd-run --user --scope e casar a regra pelo cgroup (o iptables tem -m cgroup --path no cgroup v2, e o nftables tem socket cgroupv2). aí o node de um MCP e o node do outro ficam separados sem depender do argv, que o próprio processo consegue mudar. o lado chato é que depende de como o cliente sobe o processo, então ia precisar de um wrapper no comando do MCP.
1