A IA ajudou bastante a gerar tipos e refactors, mas ela tenta enfiar any em tudo quanto é canto, isso era rejeitado na hora: any não era opção. Quando aparecia, era erro, ponto. Nada de “depois a gente arruma”. No fim de cada task eu sempre pedia um check geral: testes, tipagem, lint, tudo limpo antes de seguir. Com strict ligado, quando a IA tenta ser preguiçosa ela apanha rápido, e corrige no susto.
Falando em tipagem, eu tenho um exemplo mais pesado disso num analytics interno que estou refatorando inteiro em Rust (era Laravel - a diferença é brutal). Foram mais de 50 tasks, tudo tocado via AIPIM. Ainda está fechado porque não tive tempo de organizar isso direito, mas a ideia é abrir quando eu conseguir usar isso no dia a dia aqui.
Sobre scripts, o repo tem alguns .sh. Um deles copia o prompt da task atual/próxima pra área de transferência. Você cola no agente e ele parece que tomou um energético.
Sobre o Antigravity Kit, eu confesso que não conhecia até você comentar. Me parece muito interessante, vou conferir aqui. Valeu pela dica.