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O que me levou ao Folding@home e por que eu quero mais gente da comunidade nisso.

Hoje a conta colabdeveloper passou de 1.000.000 de pontos no Folding@home. 1 milhão de pontos com uma máquina que ficaria parada.

Foram 64 work units. Cada uma é um pedaço de simulação de proteína que um laboratório precisava calcular e não tinha máquina suficiente pra isso.

Tenho alguém da família com Parkinson. Quando descobri que dava pra ceder o processamento de uma máquina Linux ociosa pra pesquisa de doenças neurodegenerativas, entrei sem pensar duas vezes.

Esse foi o motivo pra começar. O motivo pra continuar veio depois: perceber que quase ninguém da comunidade dev sabe que isso existe.

A gente passa o dia falando de cloud, cluster e computação distribuída. Enquanto isso, um dos maiores projetos de computação distribuída do mundo roda com voluntários desde 2000, aberto pra qualquer pessoa.

O marco de hoje caiu no Projeto 18490, da Temple University, que estuda propriedades de fármacos ligadas à pesquisa de câncer. A próxima meta é 10 milhões.

Sozinho, isso demora. Com mais gente, o caminho encurta.

Faz assim: escolhe uma máquina que já fica ligada sem uso, instala o cliente do Folding@home e deixa rodar em segundo plano. Você não paga nada e a pesquisa ganha horas de processamento.

No meu portfólio eu mostro como rodo, em quais projetos e com quais certificados:
rodrigochavesoa.github.io

Tem uma máquina parada aí? Me conta qual é que eu te ajudo a configurar.

#colabdeveloper #FoldingAtHome #ComputacaoDistribuida #Voluntariado #Parkinson

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