Obrigado pela crítica — é um ponto válido.
Hoje, eu vejo os agentes como “humanos” extremamente rápidos no sentido de que são entidades imperfeitas: produzem muito, mas também cometem erros, perdem contexto e precisam de verificação.
Por isso, acredito que estruturas desenvolvidas para coordenar o trabalho humano, como o Scrum, ainda podem ser úteis quando adaptadas como mecanismos de controle — não como cerimônias. É uma aplicação, em formato de Scrum, do que hoje costuma ser chamado de harness engineering ou loop engineering.
No futuro, agentes melhores talvez tornem tudo isso desnecessário. Mas, no estado atual, ainda vejo valor em projetar os loops de validação, correção e integração ao redor deles.