Opa, agradeço o comentário! Entendo o ponto da física sobre o calor, mas a proposta foca na evolução tecnológica e na toxicidade. Vamos aos pontos técnicos:
Estufas e Fornos: Já existem LEDs de alta temperatura e lâmpadas halógenas de nicho que cumprem o papel térmico com muito mais controle. O objetivo não é proibir o aquecimento, mas sim o formato ineficiente da lâmpada de uso comum sendo vendida como 'especial' para burlar a lei atual.
Geladeiras: O argumento do calor não se aplica aqui; pelo contrário, o calor da incandescente faz o compressor da geladeira trabalhar mais para compensar o aquecimento interno cada vez que a porta abre. O LED é o padrão global para refrigeração hoje justamente por ser frio.
O Foco no Mercúrio: O ponto principal da lei não é apenas o calor, mas o vapor de mercúrio das fluorescentes. Esse é um problema de saúde pública e descarte ambiental que a física (e a química) confirmam ser um risco.
A ideia é forçar a transição para tecnologias que não dependam de metais pesados e que tenham drivers com melhor filtragem EMI (ruído), algo que as tecnologias de descarga e incandescentes baratas não resolvem."