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Qual era o tipo de trabalho que você realizava nessas empresas?

Quais stacks utilizava?

Como você não citou faculdade, acho você não cursou ensino superior, mas se fez é a hora de ativar o networking que você deve ter construído (a não ser que tenha sido EAD, pois o networking nessa modalidade é praticamente inexistente).

Já entrou em contato com os colegas de trabalho das empresas anteriores?

Tem algum projeto público que sirva como portfólio? Não me refiro ao GitHub, digo projeto no ar e acessível, nem que seja uma pokedéx da vida.

Seu LinkedIn e perfis nas demais redes sociais te representam como um bom dev e que está em busca de novas oportunidades?

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Era main JS/TS, passei por backend com Nest, front com Next e mobile com React Native.
Sei que hoje em dia js/ts é meme por ter 99^103 desenvolvedores javascript e não ter vagas suficiente, mas não acho que seja o suficiente para realmente não conseguir emprego tendo anos de exp.

Curso ciência da computação híbrido em uma faculdade privada (uma das melhores do país, não é uniesquina mas também não é federal), estou no último semestre.

Tenho projetos rodando em produção, App publicado na play store e app store (freela real).

Não sou o mestre do linkedin mas acredito ter um perfil decente a ponto de não perder vagas por ter um perfil ruim.

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Respira fundo, senta e analisa o cenário com calma.

Ser demitido por corte de custos e mudança estratégica é mais velho que "andar pra frente" — acontece muito antes da IA existir, pelos mais variados motivos. E, para a surpresa de zero pessoas (incluindo os agentes de IA), vai continuar acontecendo pra sempre.

Tua stack tem demanda. JS/TS com Nest, Next e React Native ainda roda bastante coisa no mercado — o problema não é a tecnologia, é onde tu tá colocando a energia. O jogo não é tentar ser mais produtivo do que a IA, é aprender a trabalhar com ela.

Apps em produção no Play Store e App Store com 5 anos de carreira? Isso não é pouco. Continua construindo coisas reais e mostrando isso.

Fica tranquilo — isso é só o primeiro de muitos percalços de uma carreira longa. Bem-vindo ao clube. 🤙

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(a não ser que tenha sido EAD, pois o networking nessa modalidade é praticamente inexistente).

Meu DeUS ! Nada a ver...
É a mesma coisa que falar que telefonemas não servem para nada.
Que só presencialmente é que é tudo !

Tudo é válido no país de Nárnia.

NetWorking já diz, rede prevalecente, mesmo sem ser presencial.

O que mais interessa num indivíduo ?
É a forma de se falar ?, é o que se fala ?
Os dois são importantes.
A forma de falar entrega o estereótipo da pessoa.
O que se fala denota o teor da propriedade sobre o tema, o domínio seguro de algo, as soluções viáveis.

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Pega uma pessoa que é boa em fazer networking, você acha que a rede que ela criará no EAD e no presencial terão a mesma qualidade ou profundidade? Provavelmente não, as ferramentas de comunicação EAD são limitadas e muitas vezes se resumem a consumo de vídeos e texto, com pouquíssima interação entre alunos, passam longe de se parecer como um telefonema como você citou, pois via telefone ainda existe comunicação de mão dupla.

Agora pegue alguém recém chegado na vida adulta, que sequer sabe se portar diante de um ambiente formal entre adultos que pensam, tem ideias e opiniões diferentes. Colocar ele em um ambiente restrito desses, ele conseguirá o mesmo nível de networking que você teria em um chat de uma transmissão ao vivo no YT, onde as mensagens são efêmeras e desconexas entre si.

O esforço que precisa sem empregado para criar um networking remoto, é muito maior que no presencial onde isso acontece de maneira praticamente natural.

Eu mesmo tenho na minha rede de contatos, pessoas que conheci a mais de 20 anos em cursos presenciais e faculdade, que inclusive já rendeu muitos trabalhos profissionais. Em contra partida, de todos os EAD que eu fiz mesmo realizando atividades em grupo, conversando por fora das plataformas do curso usando whatsapp, discord e etc, ao acabar o curso as interações também acabaram, pois o interesse comum chegou ao fim, são conexões fracas.