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Não se apegue a linguagens!

Qual sua linguagem de programação preferida?

Ou se você ainda não começou a programar, de fato, mas pretende, muito provavelmente você já possui uma linguagem de programação em vista, certo?

É comum o fato de iniciarmos com uma, e até termos uma linguagem de programação de estimação, onde damos certa preferência para que tudo gira em torno dela.

Isso frequentemente é levado ao extremo, com as linguagens sendo tratadas como times de futebol, onde um critica a linguagem do outro, afirmando que nunca usaria a linguagem XYZ por motivo XPTO, etc…

Já comentei disso uma vez aqui na nossa newsletter amada, mas sempre gosto de relembrar: linguagens são como ferramentas, e nós, desenvolvedores, programadores, engenheiros de software e qual cargo melhor te representar, nós somos os resolvedores que carregam uma caixa de ferramenta.

Ou seja, não somos a ferramenta propriamente dita.

Somos quem as carregam.

Note que eu usei a palavra “carregam”, pois podem e devem ser mais de uma!

Novamente: é normal que tenhamos a(s) preferida(s), mas devemos ter a maturidade e responsabilidade para saber que, dependendo do projeto, e de uma série de outras variáveis, pode ser necessário utilizar outra que não seja a que estamos acostumados.

Essa decisão acima tende a acontecer quando você é um sênior ou tem uma posição de liderança na sua equipe.

Mas se você é iniciante e está em busca de experiência, também vale lembrar que você deve estar aberto a conseguir uma primeira oportunidade de estágio ou júnior, independente de linguagem.

Talvez em tempos onde o mercado está ‘melhor’, você possa, logo de primeira, tentar começar com a que você já estuda, mas no momento em que escrevo essa newsletter, o mercado ainda sofre um pouco e não está fácil para quem está iniciando.

Sendo assim, dê prioridade para começar, e aprenda a linguagem de onde você for trabalhar, se demonstre aberto a aprender coisas novas, não se feche apenas ao que você vem estudando previamente.

E leve isso para sua carreira.

Assim como não se usa um martelo para rosquear um parafuso, nem uma chave fenda para bater um prego, cada linguagem servirá de acordo com o projeto em questão e suas particularidades.

No fim, lembrem-se, somos resolvedores de problemas, e nossa caixa de ferramenta deve estar sempre preparada com o máximo possível de arcabouço para resolver o que vier pela frente!

Obrigado pela leitura até o final!

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Bom artigo, realmente não deveriamos seguir a máxima que "para quem ter martelo, todo o parafuso é prego".

Mas, vale estudar uma linguagem e caso precise aprender outra saber gerenciar dando mais foco para a linguagem de trabalho mas, continuar a linguagem que está aprendendo.