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Acho que "se expressar naquilo que faz" é algo saudável e humano.
Agora, o profissional que usa o ofício pelo "prazer da coisa lúdica" está colocando energia, criatividade e realização num lugar feito para trazer retorno ($).
Se for no trabalho, retorno para o empregador e clientes. Se for em casa, para si.

Nada contra fazer do ofício uma forma de expressão (já li que nos EUA programação está nivelada com a literatura ou poesia; se for verdade, parabéns a cultura estadunidense) mas acho que enquanto somos jovens ou temos saúde devemos investir nossa energia em realizações pra velhice e aí sim, programar sem pensar em retorno material, faz todo o sentido.

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