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Ler este texto fez-me voltar ao momento em que percebi que o Blender não era “só” uma alternativa gratuita, mas uma ferramenta séria que muda trajetórias. Também venho de um caminho misto entre tecnologia e criação, e a virada da 2.8 foi decisiva para eu conseguir integrar 3D no meu fluxo diário sem fricção. O ponto que mais me marcou aqui foi a ligação com código aberto e comunidade: aprender Blender acaba ensinando mais do que 3D, ensina colaboração e autonomia. No meu caso, isso abriu portas tanto para VFX quanto para modelagem voltada a impressão 3D, onde comecei a estudar referências e mercados como https://www.gambody.com/stock para entender padrões de qualidade e viabilidade comercial. A ideia de criar ferramentas em Python também muda o jogo, porque transforma o artista em solucionador de problemas. No fim, a pergunta “vale a pena aprender Blender?” responde-se sozinha quando se entende o ecossistema que cresce à volta dele.

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