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Eu diria que depende um pouco, varia mais pelo tanto de dependencias e como está as configurações do projeto. Digo isso porque trabalho em enterprise, com codebases de mais de 20 anos (codebases muito grandes), bem parrudas, entre legados monlíticos em Java ou C#, e novos projetos seguindo micro-servicos com as mesmas tecnologias + JS/TS.

O maior deasfio dentre todos estes projetos é o node com TS, e como as dependencias, build e demais processos a depender de quantas dependencias acaba ficando oneroso, já que uma worktree acaba por startar um repo do zero. Aqui vejo 3 possibilidades:

  • Seguir com stash, e tudo bem rs (com os mesmos trade-offs tratados no texto)

  • Utilizar um script nos hooks para já executar o processos de instalar dependencias + build + setar os envs necessarios (ferramentas como o worktrunk deixam isso bem mais fácil)

  • Utilizar script e hooks para apenas copiar e nao reinstalar tudo do zero, assim sempre que uma worktree é criada ela levara as pastas de dependencias, caches de build, .envs necessarios e ja setar o que mais precisar.

Ao menos estas são as maneiras que usamos por aqui, porém em stacks como .Net, mesmo o legado de 20 anos, builda e esta pronto para rodar em alguns segundos, o que faz o fluxo ser bem adotado nas equipes que trabalham com a stack, independente do tamanho do projeto.

Meus pontos com este comentário, é que sim, concordo que há desafios e nuances a depender da codebase e como ela é estruturada, e mesmo a stack impacta; o único contra-ponto que penso, é que isso não necessariamente vai depender de tamanho da codebase.

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