Respondendo a "Primeiro, alguns disclaimers: Não tenho intençã..." dentro da publicação [Não disponível]
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kht, comentário excelente, e você está certo em praticamente tudo. A LiveMode não é improviso: o Sergio e o Edgar venderam o Esporte Interativo em 2015 e montaram a empresa justamente com know-how, contatos e capital pra negociar direitos em escala. Soma o aporte de gente como General Atlantic e XP, mais o Casimiro como a cara do projeto. Não foi um homem só, e eu concordo com você: existe um teto pro "exército de um homem só", a partir de certo ponto precisa de mais gente.

Só pra somar, não pra corrigir: o Cristiano Ronaldo entrou na LiveModeTV, o braço internacional. A CazéTV do Brasil nem faz parte desse acordo. Mas isso só reforça o que você disse, tem muita estrutura por trás.

Onde eu refino, e acho que é a discussão boa: esse teto existe, mas a altura dele depende do domínio. Transmitir 104 jogos ao vivo em três países é um teto baixo pra uma pessoa, nenhuma ferramenta substitui a operação. Software é outro jogo. É justamente o domínio onde o trabalho que antes exigia um time é absorvido por ferramenta e IA, então o teto de uma pessoa só subiu bem mais alto do que a maioria imagina.

E aqui eu te dou mais razão ainda: o Cazé não prova a minha tese. O sucesso dele tem mais a ver com a mudança de hábito e uma empresa que entendeu isso, como você falou. Foi um exemplo imperfeito da minha parte. O que sustenta o que eu defendo não é o Cazé, é o produto que construí sozinho, com uma profundidade que antes pedia uma empresa inteira. Esse é o dado que fica de pé.

Vou ver o vídeo. Valeu pela troca de verdade.

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