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cara... não tá fácil conseguir emprego, eles praticamente não existem!
É uma luta infinita contra o ATS, no fundo só consegue algo quem vence do bot que o RH configurou, virou loteria, quem colocar a palavra certa no currículo vence.

Mas, respondendo sua pergunta, uma faculdade é sempre superior, pois ela ensina a base.
Não é só sobre saber fazer, é saber o motivo daquilo estar sendo feito... isso pra tudo

Eu sei que Paracetamol é bom pra dor de cabeça e tenho bastante eficiência em indicar isso para quem está com dor de cabeça, funciona 100% das vezes. Mas só um farmacêutico sabe explicar o motivo dele funcionar, qual o sistema por trás disso e ainda poder recomendar algum outro caso ele não funcione...

Foi só uma analogia, mas dá pra ter uma ideia de onde quero chegar.

A faculdade te dá uma base muito boa! Conhecimento geral da área, não necessariamente programação hard... mas um conjunto de bons conhecimentos que em algum momento da sua vida tu vai utilizar.

Isso não define qualidade de profissional, mas pelo menos te dá um parâmetro do que tu pode cobrar dele. Um engenheiro civil tem que saber fazer concreto tal como um engenheiro de software tem que saber discutir arquitetura de software.
O programador de bootcamp não tem necessariamente uma base pra discutir arquitetura, ele pode ser GOD programando, mas tu não pode exigir arquitetura dele... (foi só outra analogia, tá?)

O mercado tá hard pra conseguir emprego, eu nem tenho um currículo ruim e mesmo assim tô penando bastante pra conseguir algo. Na maioria das vezes eu sou vencido pelo ATS. kkkkk

Olha o nível da proposta que tenho colocado no LinkedIn:
https://edsonargemon.vercel.app/

tá osso o mercado man... boa sorte a todos que desejam entrar na área

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A analogia do paracetamol é boa. Saber usar é diferente de entender o sistema, e isso aparece quando o problema sai do padrão. Sobre ATS, o processo virou filtro de palavras-chave que elimina antes de qualquer humano ver. Quem configura o ATS raramente entrevistou candidato de verdade.