Cara, é meio isso e não é só isso ao mesmo tempo.
Diploma funciona tipo um “atalho de confiança”. Em vez de alguém ter que analisar tudo que você já fez na vida, ele olha e pensa: “ok, essa pessoa passou por um processo, teve disciplina e atingiu um padrão mínimo”.
Mas não é só validação de ego não. Em muita área (tipo engenharia, medicina, direito), é quase um “contrato social”: a sociedade precisa garantir que quem tá atuando tem o mínimo de preparo, senão dá ruim pra todo mundo.
E claro, tem o lado real também — você aprende coisa, cria base, troca ideia, etc.
Resumindo:
tem um pouco de “provar que é capaz”? tem.
mas no fim das contas, é mais um mecanismo prático da sociedade pra confiar nas pessoas sem precisar investigar cada uma do zero.
Hoje em dia isso tá mudando em várias áreas (portfólio, projetos, etc.), mas o diploma ainda não morreu não.
Fora que tem o lado prático (e meio chato): muita empresa usa diploma como critério de salário.
Não é nem só sobre capacidade real, é sobre “como justificar” pagar mais pra alguém.
Aí entra aquela lógica: não dá pra pagar mais pra alguém sem diploma se tem gente com diploma ganhando menos no mesmo nível, senão vira problema interno(e a treta é grande).
No fim, o diploma acaba virando também uma espécie de “chave” pra destravar certas faixas salariais — mesmo que na prática a pessoa já entregue mais que isso.