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Sim, perfeito. Quando eu falo que o agente precisa viver no Git, não é no sentido de jogar o repositório inteiro dentro do prompt. Isso só transforma dívida de contexto em custo de token.

O caminho bom é bem mais cirúrgico: LSP para go to definition / find references, AST para entender estrutura, diffs pequenos, testes e logs para fechar o loop. O modelo deveria pedir contexto como um dev pede: começa pelo símbolo, amplia só quando precisa e valida antes de mexer em mais arquivos.

E ainda falta a camada de limite operacional: quais diretórios pode tocar, quais comandos pode rodar e qual critério de aceite encerra a tarefa. Sem isso, até um agente com LSP vira só um navegador de código mais caro.

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