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Concordo totalmente sobre a dívida de contexto. Mas na prática, jogar o repositório inteiro no prompt é inviável (token burn e alucinação garantidos).
O pulo do gato das ferramentas repo-native de verdade não é só "ler o AST", é integrar o LSP (Language Server Protocol) no loop do agente. O LLM é péssimo em navegar projeto monolítico do zero. Ele precisa usar o LSP pra fazer "Go to Definition" e "Find References" programaticamente, montando uma context window cirúrgica só com os arquivos que aquela mudança específica vai tocar.
É isso que separa o chat que gera snippet do agente que refatora feature. Sem o LSP no loop, a IA vira só um grep glorificado que alucina import e quebra a build.

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Sim, perfeito. Quando eu falo que o agente precisa viver no Git, não é no sentido de jogar o repositório inteiro dentro do prompt. Isso só transforma dívida de contexto em custo de token.

O caminho bom é bem mais cirúrgico: LSP para go to definition / find references, AST para entender estrutura, diffs pequenos, testes e logs para fechar o loop. O modelo deveria pedir contexto como um dev pede: começa pelo símbolo, amplia só quando precisa e valida antes de mexer em mais arquivos.

E ainda falta a camada de limite operacional: quais diretórios pode tocar, quais comandos pode rodar e qual critério de aceite encerra a tarefa. Sem isso, até um agente com LSP vira só um navegador de código mais caro.