O ecossistema vira peso quando a equipe gerencia mais biblioteca do que produto.
Os front-ends produtivos que conheço atualmente não entendem de programação, entendem de organizar biblioteca pra funcionar com o React. Eu só olho e rio.
A questão que fico rodando: o problema é React em si, ou é a cultura de over-engineer que React atrai?
Rapaz, os primeiros evangelizadores React que vi propagandeavam ele por ter se originado na Meta, e insistiam que novos projetos fossem em React. Só que faltava features e não tinha muita opção de gambiarra, então partia pro over-engineering. Muito colega de faculdade meu foi evangelizador React, hoje nem encostam nele.
Alpine e SvelteKit têm menos bagagem porque ainda não viraram padrão de mercado, então a pressão de 'fazer do jeito certo' é menor e a equipe foca no produto.
O Alpine acho que não vai nunca ser popular e também nunca vai ter bloat, pois a vibe é ser minimalista. Vai ser sempre coisa de programador "revoltado".
O Svelte já tá mais bloat do que costumava ser, mas ainda tá muito mais leve e simples de programar que React.
Seu dev sênior foi para VanillaJS por conta própria, ou virou decisão de equipe?
Limitação do ambiente onde a aplicação ia rodar, ambiente governamental de alta segurança. React e Next simplesmente não eram opção por terem dúvidas com relação a segurança. A gente não tinha prazo pra aprender um framework novo, era mais rápido desenvolver Vanilla.