Dou aula há mais de 22 anos e programo desde aquela época em que o Flash reinava absoluto. Lembro como tudo era extremamente criativo, com estilos marcantes, animações ousadas e sites cheios de personalidade.
Depois veio um período em que, a cada ano, surgia uma nova linguagem e uma nova biblioteca. Muitas vezes, passávamos mais tempo estudando ferramentas do que realmente criando coisas interessantes. Você investia três anos dominando uma tecnologia e, quando finalmente estava confortável, descobria que a “moda” já era outra e que aquilo estava ficando para trás.
Quem sabe agora, com propostas como Vibe Code, Claude Code e Google Antigravity, não estejamos voltando para uma era em que criatividade, funcionalidade e beleza caminhem juntas novamente.
Eu sei programar praticamente de cabeça. Adoro Java e várias outras linguagens. Mas também reconheço que, hoje, saber a sintaxe de cor já não é o diferencial que um dia foi. Talvez o verdadeiro valor esteja voltando a ser a capacidade de criar, pensar soluções e transformar ideias em algo bonito e funcional.
Em resposta a Claude Code e o fim do desenvolvimento como conhecemos
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