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Achei interessante os pontos q vc coloocou no seu texto

Mas seu texto trata basicamente TI como se fosse sinônimo de software de alto nivel como web, apps, saas. Esse recorte teu faz sentido dentro da bolha mas acaba deixando de fora uma parte enorme e essencial da área. Qnd vc fala q a IA está derrrubando o "portão" da programação, isso é mt verdadeiro pra esse tipo de desenvolvimento mais abstrato, onde boa parte do trabalho é integrar ferramentas, estruturar dados e fazer interfaces. Nesse nivel sim, da pra dizer q o codigo ta deixand de ser barreira, mas é bom lembrar que TI n resume a isso.

E agora vem a virada incômoda: quando qualquer pessoa com clareza de problema e acesso a uma boa IA consegue construir uma solução, o que sobra de especial em saber programar?

Existe toda uma camada profunda como OS, redes, computação gráfica, etc... onde o problema não é só "traduzir intenção em codigo" mas lidar com limitações reais do hardware, nesses contextos, entender como as coisas funcionam por baixo dos panos ainda é indispensável, e está longe de ser substituido por IA (de forma completa digo), e ferramentas no-code.

Ent tlvz a mudança n seja que "programação deixou de ser especial" mas sim que um tipo de programação deixou de ser raro. o diferencial continuou existindo só mudou de lugar

No fimm concordo com a ideia central do seu texto: o foco precisa voltar para o problema, não para ferramenta.

Mas tlvz a conclusão mais completa seja q TI nn está perdendo relevância, ela está se dividindo entre oque foi democratizado e oque continua exigindo profundidade. E é nessa segunda parte q ainda há mt espaço para especialização real

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