O problema não é falta de estrutura — o Brasil teria condições de ter uma rede social própria. A questão é que, cedo ou tarde, ela se tornaria alvo do governo e acabaria sendo usada como ferramenta política.
Eu mesmo já trabalhei em um projeto de rede social e sei que seria viável, mas desisti justamente por esse motivo. Não quero criar algo que possa virar instrumento de controle.
Por isso hoje me dedico a desenvolver um mensageiro descentralizado, com criptografia ponta a ponta, resiliente e resistente à censura. Quanto mais distante do alcance do governo, melhor para garantir a privacidade dos usuários e a liberdade de expressão.