Faz muito sentido pensar que, quando o processo já está bem codificado em skills, o modelo de implementação não precisa “descobrir o fluxo”, só executar dentro de um trilho mais claro. Talvez isso explique bem por que um modelo mais barato pode entregar resultado parecido quando a spec, os critérios de aceite e o checklist já estão bem definidos.
Sobre a separação entre skill e MCP: processo em skill, dado em MCP. Acho que esse é um bom jeito de evitar contexto inchado e usar cada recurso onde ele realmente faz sentido.
E concordo muito com o ponto sobre cultura AI-first. Medir adoção por adoção pode incentivar prompt-and-pray. Talvez o mais saudável seja medir impacto real no processo: menos retrabalho, menor ciclo, menos bugs voltando e mais clareza na entrega.