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O problema não se resume a aria-label. As WCAG possuem dezenas de critérios técnicos e recomendações que a maioria das equipes desconhece ou simplesmente não implementa. Muitos aplicativos, interfaces e dispositivos poderiam atingir um mercado muito mais amplo se considerassem pessoas com deficiência desde a concepção do produto. No entanto, a falta de visão sistêmica e de empatia acaba limitando esse potencial.
Um SaaS voltado para resolver problemas de acessibilidade precisaria considerar a arquitetura da aplicação, a linguagem utilizada e o framework adotado. Seria um projeto complexo, mas viável. A estratégia mais realista seria começar dando suporte às linguagens e frameworks mais populares e, gradualmente, expandir a cobertura.

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