Gostei do romantismo do paradigma declarado, do tipo o Milton Nascimento vai fazer um disco com I.A. Oque acho interessante é rechaçar ou não um nivelamento que pode ser sofisticado ou medíocre. Todavia não quero voltar a fazer duplicatas com carbono.
Nem impedir que um moleque de óculos fundo de garrafa, num micro velho, Me tire o sono. Derepente os mais fanáticos vão sentir desconforto ou até mesmo poderão declarar I.A ser um demônio contra a sabedoria do Deus do código, no entanto isso aproxima e acelera um processo que sem sombra de dúvidas é muito maior do que supõe nossa vã filosofia.
Vou ter que seguir ouvindo músicas de I.A. mas sei que as músicas velhas feitas artesanalmente tornaram se imortais por serem muito maiores que os próprios autores. Os frutos podres cairão da árvore ao natural. A tecnologia precisa atingir níveis quânticos. Qual é o caminho a ser trilhado?
Em resposta a Akita e o Anti Vibe Coding
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Parabéns pela escrita do texto. A junção de palavras que são raras de serem lidas fazem com que a atenção fique presa na interligação do significado das mesmas.
Enfim.
Sim. A IA transformou a nossa forma de trabalho... Quer dizer, transformou tudo, até a música, como você citou. Negar isso é ser ignorante e aceitar a degradação - acho que a forma poética com que você escreveu o texto é... contagiante.
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Eu lisonjeado e Grato pela vossa atenção, abrilhanta meu dia é sinal de prestígio, ensejo os melhores cumprimentos!
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Eu lisonjeado e Grato pela vossa atenção, abrilhanta meu dia é sinal de prestígio, ensejo os melhores cumprimentos!