Executando verificação de segurança...
7

Seu texto é bacana, a ideia é interessante mas veja: existe uma diferença enorme entre vender para pessoa física (onde a narrativa pode ser mais leve, até “romântica”) e vender para pessoa jurídica, especialmente quando falamos de SaaS. Empresas não compram hype — elas compram confiabilidade, respaldo jurídico, suporte técnico e previsibilidade.

Pontos que você destacou (e que fazem sentido no mercado B2B)

  • Confiabilidade > novidade: um produto que muda toda semana gera insegurança. Empresas querem estabilidade, não surpresas.
  • Respaldo jurídico e técnico: contratos, LGPD, compliance, SLA de atendimento. Sem isso, dificilmente uma empresa arrisca.
  • Escalabilidade e suporte: não basta ser “feito em um fim de semana”. É preciso mostrar que há estrutura para crescer junto com o cliente.
  • Renda perene: para ter receita recorrente, você precisa de clientes corporativos que enxerguem valor de longo prazo, não apenas curiosidade inicial.

O que isso significa para quem cria SaaS ?

  • História de produto: em vez de vender a ideia de “criei rápido”, é melhor vender a narrativa de robustez e evolução planejada.
  • Governança: mostrar que há processos de versionamento, roadmap claro e ciclos de atualização previsíveis.
  • Relacionamento com cliente: empresas preferem menos mudanças, mas bem documentadas e comunicadas. Isso transmite maturidade.
    No fundo, você está dizendo que “hype” pode até atrair atenção, mas não sustenta negócios sérios. E eu concordo: se o objetivo é renda recorrente e clientes corporativos, o discurso precisa sair do “feito em um fim de semana” e ir para “construído com base sólida, pronto para crescer junto com você”.
Carregando publicação patrocinada...
1

Meus 2 cents,

A narrativa do "fiz um SaaS no final de semana enquanto tomava um caldo de cana e comia dois pastel" esta forte demais, e tem gente um tanto inocente que acredita nisso.

Saude e Sucesso