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Dario Amodei, CEO da Anthropic, teme que novos funcionários da empresa estejam apenas interessados em dinheiro

A declaração foi considerada irônica, já que recentemente a empresa abriu uma vaga para líder em eventos de marketing com salário anual de 400 mil dólares, seis vezes mais do que a média do setor e o dobro do valor médio pago a engenheiros de machine learning de nível pleno.

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Infelizmente a maioria dos funcionários na área de tecnologia não estar no setor por paixão, e sim pelo o dinheiro. O mesmo se aplica a medicina, direito e qualquer outra área muito bem remunerada.

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Também considero isso uma infelicidade, já que estudos conceituados (Susan Wolf) sobre felicidade/bem-estar subjetivo e sentido na vida (que gera, em última instância, maior produtividade), ligam fortemente o fator subjetivo (paixão) a atividade objetiva (dinheiro). Para ela, você só encontra sentido na vida quando faz algo que tanto gera alto valor pro mundo (objetivo) - como ser médico -, quanto te deixa muito satisfeito e contente (subjetivo) em fazê-lo.

Você pode ser um médico que odeia/desgosta da profissão. Sua vida não deve ser muito significativa.
Pode ser um usuário de maconha que passa as tardes vendo série e fumando. Subjetivo, mas não tem valor objetivo pro mundo. Sua vida não deve ser tão significativa.

Resumindo, não avaliar isso nos funcionários faz você literalmente perder dinheiro, já que o funcionário te onera com os custos invisíveis (e astronômicos) da saúde mental dele.

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Todo mundo precisa pagar boletos, agora se você não precisa se preocupar com isto, pode trabalhar simplesmente por que quer transformar o mundo num lugar melhor.
Até os ricos querem cada vez mais dinheiro tbm.