Infelizmente a maioria dos funcionários na área de tecnologia não estar no setor por paixão, e sim pelo o dinheiro. O mesmo se aplica a medicina, direito e qualquer outra área muito bem remunerada.
Também considero isso uma infelicidade, já que estudos conceituados (Susan Wolf) sobre felicidade/bem-estar subjetivo e sentido na vida (que gera, em última instância, maior produtividade), ligam fortemente o fator subjetivo (paixão) a atividade objetiva (dinheiro). Para ela, você só encontra sentido na vida quando faz algo que tanto gera alto valor pro mundo (objetivo) - como ser médico -, quanto te deixa muito satisfeito e contente (subjetivo) em fazê-lo.
Você pode ser um médico que odeia/desgosta da profissão. Sua vida não deve ser muito significativa.
Pode ser um usuário de maconha que passa as tardes vendo série e fumando. Subjetivo, mas não tem valor objetivo pro mundo. Sua vida não deve ser tão significativa.
Resumindo, não avaliar isso nos funcionários faz você literalmente perder dinheiro, já que o funcionário te onera com os custos invisíveis (e astronômicos) da saúde mental dele.