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Naturalmente, orientado ao caos, essas pequenas comunidades nascem.

Pelo que entendi, você quer discutir alguma ideia de como centralizar isso ou automatizar, é um desafio antropológico sociólogo e não tenho capacidade em opinar nessa linha de ciências humanas.

Tenho observado alguns padrões de como essas comunidades aparecem e se estabelecem. Algumas permanecem pequenas, outras crescem absurdamente.

Concordo com boa parte que foi dito nos comentários: "muitas vezes começa com um, dois ou tres pessoas focadas e alinhadas em resolver um problema específico".

Os exemplos que observei iniciaram com um problema técnico, resolvido por pelo menos um maluco com hiper foco, sendo ajudado por outro e rodeados por entusiastas não técnicos torcendo para os "hackers" resolverem o problema técnico.

Vi isso acontecer de perto com o projeto soapbox race world, e agora com o the crew unlimited. Ambos tem suas comunidades vivas em torno da resolução do problema.

Esses exemplos tiveram um problema em comum, que inclusive no tabnews saiu uma notícia que a legislação brasileira vai tentar impedir que aconteça de novo: "produtora de game que tirar servidor da tomada e o jogo virar peso de papel, será multada".

Resumo da "receita" que observei:

  • alguem abraça o problema e resolve trabalhando e executado sujando as mãos e suando, não fica fazendo pitch pra pedir ajuda ou encorajar devs e hackers a abraçarem a ideia.
  • o trabalho exposto atrai outra pessoa disposta a trabalhar no operacional, ajuda começa a ganhar força.
  • a evolução da resolução do problema atrai pessoas dispostas a ajudar, que não tem conhecimento técnico do operacional, então ajudam divulgando, dando suporte para a comunidade, alguns mediando a estupidez da massa para não desmotivar os que estão trabalhando no problema principal, outros com doações, suporte jurídico, etc.
  • a comunidade se auto organiza, não depende mais dos executores iniciais e sobrevive.

Ja participei de várias hackatons como sugerido aqui... Um dia fui ajudar a preparar uma...

Hoje odeio hackatons, o propósito da maioria de quem organiza é cruel, os juízes tem muita inteligência política e zero inteligência lógica e quase zero inteligência de negócio e visão de futuro.

Então amigo, sugiro que faça um Crossover entre o mundo técnico e o de humanas pra começar uma discussão que direcione para essa estrutura social que você sugere.

Tentei algo parecido com LLMs mas não encontrei uma que conseguisse misturar contextos nesse nível sem alucinar muito.

A

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Simplesmente incrível. Tenho trabalhado na ideia desde que tive o insight na discussao, e voce sugeriu o mesmo caminho que estou seguindo.

https://github.com/ryansldev/cook
Formalizei toda a ideia no README.md desse repo. Ainda estou construindo, inclusive.
Mas, acredito que cheguei em uma versao legal o suficiente pra comecar o desenvolvimento.

Eu trouxe uma metáfora do fluxo de desenvolvimento com comida, mas esse nao é o core.
O ponto é que eu mudo a abordagem de desenvolvimento de novos projetos pra Problemn-Driven Development.

Ou seja, as pessoas se unem pelo problema em si, nao pelo repo. Nao ficam presas a nenhum projeto, apenas precisam ter interesse genuino pelo problema que estao resolvendo e criam uma workspace/comunidade em torno disso.

A colaboracao é sempre muito intima porque cada Dish Prepare tem no máximo 5 pessoas, e elas se comunicam sempre. Inclusive, vai ter pair programming e chat.

É uma ideia bem complexa MESMO, principalmente de explicar sem nada prático ainda.
Mas vou desenvolver e usar em todos projetos meus haha

Muito obrigado pela contribuicao! Principalmente por isso:

alguem abraça o problema e resolve trabalhando e executado sujando as mãos e suando, não fica fazendo pitch pra pedir ajuda ou encorajar devs e hackers a abraçarem a ideia.

Me fez descentralizar uma parte do fluxo que desenhei. Foi de grande ajuda!

o trabalho exposto atrai outra pessoa disposta a trabalhar no operacional, ajuda começa a ganhar força.

a evolução da resolução do problema atrai pessoas dispostas a ajudar, que não tem conhecimento técnico do operacional, então ajudam divulgando, dando suporte para a comunidade, alguns mediando a estupidez da massa para não desmotivar os que estão trabalhando no problema principal, outros com doações, suporte jurídico, etc.

E tudo isso acredito que já atendo no projeto.

Mas tenho um adendo para:

a comunidade se auto organiza, não depende mais dos executores iniciais e sobrevive.

Tem como criar chefes que nao o dono, mas... nao dá pra deixar community open assim, pq quero quase um trunk-based development pra evitar ficar criando branch grande (que é um b.o forte devido a IA)

Mas sim, nao depende de quem executou no comeco. Só depende dos chefes, que podem ser inumeros. E cada chefe tem seu escopo. Pode ter um chefe só pra auth, por exemplo.