Meus 2 cents,
Pois eh, as possibilidades de customizacao do S.O. por funcao ficam bem interessantes.
No passado, quando iamos montar um firewall baseado em Linux e em hardware limitado, um dos passos era identificar o hardware com exatidao e compilar o kernel apenas com os modulos necessarios e escolher a dedo quais os programas que iam ser instalados (slackware feelings), tanto para otimizar o processamento quanto para diminuir a superficie de ataque disponivel.
Com o avanco do hardware e amplo acesso a memoria, disco e CPU, conheco poucos DevOps que ainda fazem este tipo de customizacao.
Mas como voce colocou, pode ser o retorno a este tipo de perfil, juntando ainda a questao de necessidade do S.O. ter acesso rapido a correcoes zero-day.
Imaginemos: um unikernel ou imagem hiperespecializada sem sequer ter shell, fork, exec ou ferramentas de rede genericas para um atacante explorar apos um exploit de memoria.
Ou uma instancia de banco de dados rodando direto sobre drivers de I/O com escalonadores feitos sob medida para concorrencia daquele engine especifico, eliminando camadas inteiras de overhead de troca de contexto de OS generico (o que arranhamos com uso de containers, da para ir a locais inimaginados)
Obrigado pelo comentario !
PS: Fazia tempo que nao via teus comentarios por aqui - que bom voltar a le-lo !
Saude e Sucesso !
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