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Não tenho faculdade, e portanto não tenho diploma. Brasil sempre foi um país atrasado em diversos contextos, não por incapacidade, mas por outros fatores que foge do escopo do posts. Ainda é comum ter empresas tradicionais que aceitam apenas com diploma, mesmo que você demonstre que pode fazer mais do que o cara que formado. O resultado não é valorizado, e sim as aparências.

Por mim, se o o profissional mostra que sabe com resultados concretos, esta apto independentemente de ter o diploma.

O mundo evoluiu e conhecimento se tornou mais democrático, especialmente com internet. Ainda há uma crença que diploma = esta apto. Na teoria, isto deveria ser verdade, mas apenas as pessoas realmente apaixonados se destacam. E como estão apaixonadas, eles se destacariam independemente de faculdade ou não.


Eu particularmente nunca passei por isso. Todas as oportunidades me pediram para mexer em alguns projetos pequenos e eles avaliavam meu resultado.

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Faz sentido. O processo de projeto prático filtra por resultado em vez de credencial. O problema é que muitas empresas não chegam nessa etapa: o filtro já ocorre antes, no ATS ou no RH, e quem não tem o campo graduação preenchido não passa. A meritocracia que o mercado tanto defende vira discurso na prática. No meu caso, o BloodLink abriu mais portas do que qualquer certificado. Projeto concreto com deploy, código público e problema real vale mais em entrevista técnica do que diploma na maioria das empresas que eu queria trabalhar mesmo.